Imperador dos periféricos - Optimus Maximus

Venho-vos falar de um periférico, o Optimus Maximus (e não, não tem nada a ver com a rede telemóveis), trata-se de um teclado com teclas personalizáveis criado pela Art Lebedev Studio.

O teclado é composto por 113 teclas, cada tecla tem um pequeno (10.1mm x 10.1mm) ecrã OLED.

A tecnologia OLED foi criada pela kodak em 1980 é uma tecnologia que usa diodos orgânicos, compostos por moléculas de carbono que emitem luz ao receberem uma carga eléctrica.

Tem todas as teclas a que estamos habituados mais umas quantas para atalhos.

O que mais se destaca é a personalização das teclas, porém há pequenos pormenores que impressionam, por exemplo ao clicar no shift todas as letras ficam em maiúsculas ou, outro exemplo, ao clicar no alt aparecem os símbolos associados a cada tecla…

O software de configuração é bastante intuitivo e muito simples de utilizar. É com este programa que personalizamos o teclado mudando a cor da letra, cor do fundo, tamanho da letra, escolher uma imagem… Permite ainda editar o layout no Photoshop e depois carrega-lo no Optimus Configurator.

Segue-se um pequeno vídeo que demonstra melhor as capacidades do teclado.

Daqui a uns meses vai ser bonito de ver alguns layouts fantásticos criados por alguns geeks que andam por aí…Como se não bastasse, o teclado ainda possui duas entradas USB 2.0 e uma entrada para cartões SD (para guardar o esquema de teclado personalizado pelo utilizador)

No site está indicado como preço 371.40€, têm que desembolsar esta quantia se quiserem um igual.

O Sucessor

Já se fala no sucessor do Optimus Maximus, chama-se Optimus Tactus, que é um gigante ecrã OLED sensível ao toque, que vai permitir por exemplo transformar o teclado num relógio gigante, ver filmes…

E deixo-vos com umas imagens elucidativas…

Fontes: Engadget.com;Gizmodo.com;Wikipedia.com;Artlebedev.com;

Xkper

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2 comentários ↓

#1 Anonimo on 02.27.08 at 16:28

Old…

#2 Xkper on 02.27.08 at 18:44

É verdade! Já foi lançado à quase um ano, mas não me deixa de impressionar…
Não percebi foi o porquê do “Anonimo”!!

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